quinta-feira, 28 de outubro de 2010

ESTAÇÃO

A que desconheço o encanto da beleza, um resumo da natureza bordada sobre um pensamento chamado tempo, de tudo que me envolve, no instante que me consome. A serenidade da princesa a brisa que a toca, e faz entender que sobre ela o vento não sopra e sim desliza sobre a pele macia obra prima do criador um rosto angelical consagrado, sobre as folhagens do outono nas estações do ano, quem terás o privilégio de possui-la? mostra-se o rosto a imagem de DEUS, feita pouco menor que os anjos, a que privilégio ser o vento do tempo que repousa, e sobre sua pele ser o arrepio doce dos seus desejos, quem dera seres seus olhos o meu espelho, está tão perto de ti ao ponto de me enxergar na menina dos olhos teus, Ah! Que desconheço o gosto dos seus beijos, a leveza de suas caricias. Onde está Oh! Morte? Que me leves, pois não a possuo! A quem dera ser o encantamento do seu coração, o a arte envolvida no quadro da vida, ser o que ti completa sermos os rios de aguas limpas desaguando sobre os oceanos de DEUS.

(Dener Grigoletto)

Um comentário:

  1. Você faz parecer que o amor á algo bem mais além dos que podemos ver...é como se transpasse o corpo e fosse um amor de almas...

    Ler vc é sempre bom pra acreditar que talvez sentir o amor dessa forma seja possivel pra todos...

    =D

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